Foram utilizados 100 mil litros de água para combater às chamas

O Corpo de Bombeiros Militar atendeu, na manhã desta sexta-feira (27), uma ocorrência de incêndio em um depósito de maravalhas na empresa Bragagnolo, localizada no município de Vargeão. A ocorrência foi registrada por volta das 10h30 e mobilizou a viatura ABTR-220 do 14º Batalhão de Bombeiros Militar, com atendimento da unidade de Faxinal dos Guedes. Devido à dimensão da empresa e à grande quantidade de material combustível armazenado, também foi acionado o caminhão-tanque AT-51, de Xanxerê, como apoio preventivo.

No local, o incêndio estava e uma estrutura de aproximadamente 100 metros quadrados, que armazenava cerca de 40 metros cúbicos de maravalha, material altamente inflamável. A brigada de incêndio da própria empresa já realizava o primeiro combate às chamas quando as guarnições chegaram.

Foram montadas duas linhas de ataque direto ao fogo, utilizando inclusive o sistema hidráulico da empresa, que conta com uma reserva de aproximadamente três milhões de litros de água.

Combate durou cerca de seis horas

A principal dificuldade enfrentada pelas equipes foi o acesso limitado ao foco do incêndio, já que a estrutura do depósito não permitia aproximação direta das chamas. Como estratégia, foram abertas portinholas na parte inferior da edificação para possibilitar o escoamento do material combustível e facilitar o resfriamento.

Após cerca de seis horas de trabalho intenso, o incêndio foi controlado, sem registro de vítimas e sem que o fogo se propagasse para outras áreas da empresa. De acordo com informações repassadas por trabalhadores, a suspeita é de que o incêndio tenha iniciado a partir de uma fagulha que teria sido sugada pelo sistema de filtragem, provocando a ignição das maravalhas.

Grande volume de água utilizado

Ao todo, foram empregados aproximadamente 100 mil litros de água na ocorrência. A ação contou com apoio da brigada de incêndio da empresa, do caminhão-tanque de Xanxerê e de caminhão-pipa da Defesa Civil de Vargeão.

A brigada local foi orientada a permanecer monitorando e resfriando a estrutura, já que o material pode permanecer aquecido por longo período, oferecendo risco de reignição.

Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

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