Inovação aplicada ao delivery impulsiona marcas, gera rentabilidade e fortalece o comércio local. App possui 460 estabelecimentos parceiros

Desde 2017, o Grupo Amo vem se consolidando como uma plataforma que utiliza a tecnologia a favor da alimentação e do fortalecimento do comércio local. Com foco exclusivo no setor gastronômico, a empresa desenvolveu um modelo de negócio que integra consumidores, restaurantes parceiros e motoboys em um ecossistema pensado para gerar benefício a todos os envolvidos.
O CEO do Grupo Amo, Márcio Muxfeldt, enfatiza a proposta da empresa. “A Amo tem um foco bem definido no setor gastronômico. Nosso modelo busca desmonetizar as transações, oferecendo produtos bons, com custo e preço acessíveis para toda a população. Não é um modelo simples, mas é um modelo diferente, com diferencial competitivo real em relação ao mercado”, afirma.
Segundo ele, a tecnologia é usada como meio para viabilizar negócios, simplificar a jornada do consumidor e dar escala às operações dos parceiros.
Números que refletem impacto e crescimento
Os resultados de 2025 traduzem a força desse ecossistema. Ao longo do ano, em Chapecó, foram concretizados 700 mil pedidos, através dos 120 mil usuários nos 460 estabelecimentos parceiros. Alguns estabelecimentos, destaca Muxfeldt, chegaram a ultrapassar a marca de 70 mil pedidos anuais, enquanto outros registraram volumes entre 40 mil, 30 mil ou mais de 10 mil pedidos no período.
“Ao trabalhar com maior volume de produção e um preço mais justo, muitos parceiros tiveram uma rentabilidade melhor do que quando praticavam preços mais altos, porém com menor número de pedidos”, explica o CEO.
Expansão rápida e ponto de equilíbrio alcançado
Um dos exemplos práticos desse crescimento é a operação liderada por Maikon Cesar de Liz, em Chapecó. A chegada à cidade ocorreu a partir da apresentação da Amo Place, um conceito ousado de dark kitchen aliado à tecnologia. Após a aproximação com o Márcio, tiveram início as negociações que resultaram na implantação da operação no município. Maikon também é parceiro do ecossistema em Lages. Mesmo com pouco mais de um ano de atividade, a unidade chapecoense já atingiu o ponto de equilíbrio, considerado um marco relevante para o setor.
“Chapecó é muito promissora. Em pouco tempo, alcançamos resultados muito bons. Ainda somos novos, mas com trabalho constante, padronização da entrega e agilidade logística com os motoboys, a tendência é crescer ainda mais”, relata Maikon. Os carros-chefe da operação são os hambúrgueres assados em churrasqueira a carvão, com sabor marcante e proposta simples, além das pizzas de fermentação natural entre 24 e 48 horas, diferencial percebido pelos clientes.
Outro exemplo de parceria de longa data é o grupo comandado por Gustavo Biasi, que acompanha a evolução da plataforma desde seus primeiros anos. Desde 2018, ele participou ativamente das discussões de melhorias do aplicativo, contribuindo com a visão do empreendedor e do consumidor final. Segundo ele, é uma ferramenta importante para o crescimento das marcas.
“Antes, o cliente precisava ligar ou pedir por WhatsApp. Com o app, a jornada ficou muito mais simples, rápida e clara, inclusive com ofertas. A Amo cresceu junto com as nossas marcas”, destaca. Atualmente, o grupo opera quatro marcas em duas operações diferentes, sendo as pizzas responsáveis pela maior parcela das vendas. Produtos como a xis-calota e as pizzas figuram entre os mais vendidos, reforçando a força do delivery como canal estratégico de crescimento.
Tecnologia como ponte
Para o CEO do Grupo Amo, o diferencial está na engrenagem construída ao longo dos anos. “Esse ecossistema que envolve consumidores, motoboys e restaurantes é o nosso maior fator de sucesso”, resume Márcio.Com a ampliação gradual da presença em novas cidades e o fortalecimento das operações existentes, a AMO reafirma seu papel como uma plataforma que vai além do delivery, utilizando a tecnologia como aliada para impulsionar a alimentação, os negócios locais e a economia regional.
O grupo está presente em 50 cidades de sete estados brasileiros. Próximos a Chapecó, por exemplo, a operação está presente em Joaçaba, Lages, Passo Fundo e Erechim. Na região Sudeste, o grupo está em Araraquara/SP.